O presidente da Federação das Indústrias da Paraíba (FIEPB) e da Associação Nordeste Forte, Cassiano Pereira, esteve reunido com o superintendente da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (SUDENE), Danilo Cabral, onde se discutiu a importância dos incentivos fiscais para o Nordeste, como uma política de correção de desigualdades históricas frente ao País. De forma efusiva, esta foi a pauta de defesa mais efusiva por parte de Cassiano Pereira.
O superintendente da Sudene ratificou as desigualdades econômicas que afetam o Nordeste e a necessidade de buscar incentivos:
“Este debate não pode ser feito de forma linear com outras regiões do País. O Nordeste ainda enfrenta profundas desigualdades econômicas, e os incentivos são fundamentais para minimizar esses impactos”, afirmou.
Cabral lembrou que a Região reúne cerca de 30% da população brasileira, mas responde por apenas 14% do PIB nacional e acessa menos de 10% dos recursos disponíveis em políticas públicas voltadas ao setor produtivo.
Entre outros pontos discutidos, destacaram-se a melhoria do ambiente de negócios e a ampliação da atratividade da Região para novos investimentos.
Além dos incentivos, a reunião celebrou os acordos de cooperação firmados entre a Sudene, a FIEPB e a Associação Nordeste Forte, voltados à implementação da Nova Indústria Brasil (NIB) no território nordestino.
A parceria busca mobilizar setores já identificados como estratégicos pela política industrial — como agronegócio e agricultura familiar, transição energética, complexo econômico da saúde e infraestrutura.
Cassiano cobrou união
Também foram destacadas colaborações com universidades paraibanas e com o Instituto Nacional do Semiárido (INSA), que contribuem para a superação de desafios estruturais e o fortalecimento das políticas públicas. “Precisamos estar juntos nesta agenda estratégica para o Nordeste”, reforçou Cassiano Pereira.
Com Wscom



